Centro Municipal de Dança


Centro Municipal de Dança da Secretaria Municipal da Cultura (SMC) articula as ações de dança de Porto Alegre, por meio da preservação da memória, do fomento à produção, formação de público, difusão e acesso às informações, atividades artístico-pedagógicas e constituição das relações com a produção em dança estadual, nacional, e internacional. O objetivo é valorizar os profissionais, promover a produção e o desenvolvimento da arte da dança, tornando-se um espaço de referência para a área na capital .


Bem Vindo!!!

30 de junho de 2013

Dançapontocom encerra logo mais às 16 Horas com Programação Gratuita

Festival Dançapontocom encerra neste domingo com
Debate e Mostra coreográfica

         Com sessões lotadas o IV Festival Dançapontocom chega ao seu final. Na programação do domingo, às 16h acontece os Diálogos Artísticos com participação de especialistas em arte, artistas que integraram a programação e público interessado no tema dos processos de criação em dança. A professora Suzy Weber, do Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da UFRGS, e a artista e o professora da Arena cursos, Maria Helena Bernardes, que acompanharam a apresentação de todos os trabalhos do Festival, farão um painel das singularidades e tendências da produção contemporânea local.
         Encerrando a programação, será realizada a MOSTRA COREOGRÀFICA, às 18h, no Teatro Renascença, com entrada franca. Dente os trabalhos, criações de Luciana Paludo, Andrea Spolaor, Daniela Zill, Luciana Hoppe, Marcio Canabarro, do Grupo Al-málgama, do NEcitra, do Grupo Experimental de Dança e de alunos do curso de graduação em Dança da UERGS. Outras informações e programação completa em http://cdancasmc.blogspot.com.br

 Programação da MOSTRA COREOGRÁFICA

1.      Um corpo terrorista?!, com Grupo Experimental de Dança
         A partir dos vídeos-virais de dança que proliferam na internet, o trabalho se debruça  sobre a  questão de qual corpo pode ser hoje terrorista, na rede, nas ruas, no espaço cênico. Orientação de Alessandro Rivellino e Airton Tomazzoni.

 2.      “Marcela Fenay/maculele”, com Lírio Cia de Dança
         Marcela Fenay é uma personagem/andarilha nascida em 2009 e até então tinha a  característica de visitar espetáculos (já visitou Luciana Paludo, Luciana Hoppe, Daggi Dornelles e Cia Municipal de Caxias do Sul).
 3.      “Contraponto”, com Al-málgama
         O trabalho de dança, por si só, parte de uma investigação de linguagens que busca uma identidade única a partir de fusões de estilos de danças e experimentações de movimentos corporais individuais, utilizando um instrumento: a máscara.

 4.      “Armadeira”, com Turma de 7º semestre do curso de Dança da UERGS
         A obra integra o projeto de pesquisa da coreógrafa que visa aprofundar a educação somática  como caminho para a presença cênica do bailarino. Assim, buscando dilatar a propriocepção,         a educação somática foi usada como suporte técnico de preparação corporal juntamente com a  exploração das qualidades expressivas de animais em situações de perigo

 5.      “Sala Vazia”, com Mimese cia de dança-coisa/Luciana Paludo
         ensaio poético, no qual, os elementos buscam diálogo no espaço cênico do palco.

 6.      “Madalena Alba”, com Daniele Zill
         O projeto Madalena Alba* surgiu como resultado dos últimos 2 anos de investigação corporal, somado ao semestre de pesquisa científica e acadêmica como aluna especial, junto ao Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas 2012/1, na disciplina de Performance e Espetacularidade, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

7.      “Inquietações”, com NECITRA
         A coreografia a ser apresentada é um work in process, parte de um tema que é espera, e as inquietações causadas por esse sentimento.

 8.      “Episódio X: partida”, com Junior Alceu Grandi e Luciana Hoppe
         Coreografia criada na Residência OUTRAS DANÇAS da FUNARTE em novembro de 2012.   A direção foi feita pela bailarina e coreógrafa uruguaia Adriana Belbussi Figueroa.

 9.      “Pra onde eu vou?”, com alunos UERGS
         O processo de investigação parte das sensações corporais, daquilo que do corpo emerge a   partir de exaustões, olhares, respiração. Imagens estranhas, figuras “bizarras”.

 10.    “Helio”, com Marcio Canabarro (artista convidado)
         Tendo como referência a obra do artista brasileiro Hélio Oiticica, especialmente com a noção de vestir uma obra, da supersensibilidade cinético, dialogando com obras de outros artistas como Tatsumi Orimoto, criador da performance "Bread men"; Simon Forti com a pesquisa do reading the news/ dancing the news e o uso de texto e Peter Pleyer, com a performance palestra "choreographing books".

Nenhum comentário:

Postar um comentário