Centro Municipal de Dança


Centro Municipal de Dança da Secretaria Municipal da Cultura (SMC) articula as ações de dança de Porto Alegre, por meio da preservação da memória, do fomento à produção, formação de público, difusão e acesso às informações, atividades artístico-pedagógicas e constituição das relações com a produção em dança estadual, nacional, e internacional. O objetivo é valorizar os profissionais, promover a produção e o desenvolvimento da arte da dança, tornando-se um espaço de referência para a área na capital .


Bem Vindo!!!

29 de julho de 2014

Programação da Mostra Experimental


Dia 01 – Sexta Feira
1. 4 meses, com Priscila Auler e Ananda Mida
2. Construção, com Grupo Experimental
3. O que me Move, com Jefeson Cabral
4. Âmbar, com Marielly Santos
5. Patchwork, com Tatiane Rocha, Renan Santos, Áquila Mattos, Luiza Vargas e Aline Loreto
6. It’s oh so quiet, com Ayeza Haas e Fernanda Muller
7. Etta nóis, com Grupo Experimental. Mediação: Neca Machado
8. O passado é apenas um pesadelo que acabou, com Wallison Andrade e Leslie Taube
9. Sem título, com Andressa Bittencourt
10. A morte é um fazer artesanal, com Ananda Mida
Dia 02 – Sábado
1. Vento e Carvão, com Priscila Florido
2. Pajaropez, com Agatha Adriola
3. 0, com Kevin Brezolin
4. Transcrição Dual, com Priscila Auler
5. Ave, com Débora Jung
6. Etta nóis, com Grupo Experimental. Mediação: Neca Machado
7. Hiato, com Paula Finn.
8. Sem título, com Maílson Fantiel
9. Trem Azul, com Áquila Matos e Ayeza Haas
10. Sobreviver pelo Imaginário, com Ana Maria Vasconcelos. Mediação: Alessandro Rivellino
Dia 03 - Domingo
PLAYFORMANCE
Playformance é uma prática de arte ao vivo nascida nas aulas de Processos Híbridos de Criação.
É um espaço de investigação em performance arte posto em ação de forma pública e colaborativa. Escolhemos o que vamos jogar em pleno jogo. Construímos um território efêmero de experiências poéticas que partem do cotidiano, da rua, do sono e dos sonhos. Dimensões aparentemente contraditórias como o público e privado, o caótico e o organizado, arte e vida convivem criando assim faíscas híbridas que nos movimentam. Criamos e nos deixamos levar pelos fluxos que formam nosso cotidiano e como a "arte" se manifesta enquanto ação.
Pensamos nos saraus modernistas, nas derivas e nos encontros de improvisação – sessões de JAM, tendo como eixo fundamental a busca pelo aqui-agora e as possibilidades de composição abertas quando repousamos nossa consciência sobre o presente.

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