Quanto de uma história real
aconteceu da forma que foi registrada? Do quanto precisamos da ficção para
reconstruir uma história no presente? A performance apresenta um passeio pelos
cômodos, pela intimidade familiar, redescobrindo as mesmas paredes que guardam
suas memórias.
O Solar Paraíso foi erguido no
início do século XIX, possivelmente para a família do militar Onofre Pires da Silveira Canto, um dos líderes da Revolução Farroupilha. Décadas depois, em 1854, passou às mãos
do médico português Dionísio de Oliveira Silveiro que viveu com sua
família na Chácara do Cristal, no Arraial do Menino Deus. É um ícone do
patrimônio da cidade sendo um dos últimos remanescentes da arquitetura luso-brasileira
em Porto Alegre, estilo surgido no Brasil colonial que combina a tradição
portuguesa com as adaptações exigidas pelos materiais locais. Durante o
Império, o Solar simbolizava o poder econômico da elite portuguesa do Estado,
ligada à expansão mercantil e à estrutura agrária.
FICHA TÉCNICA:
Concepção e direção: Driko Oliveira e Isadora Franco
Dramaturgia: Airton Tomazzoni
Narrador: Lipsen
Elenco:
Gabriela Sampaio
Iago Poersch
Kiara Sant’anna
Leonardo Maia
Leonardo Silva
Mariana Polônia
Sérgio Feagrária.
Tami Melegari
SERVIÇO:
Família Paraíso: memórias em dança
Sáb 21/03 - 18h
Dom 22/03 - 18h
Local: Solar Paraíso (Travessa Paraíso, 71 – Bairro Santa
Teresa)
duração: 50min
classificação: 14 anos
Entrada Franca
Distribuição de senhas 1h antes do espetáculo
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